Shimaa D Eashoa Msheekha Bar-YHWH (Ehyeh-Asher-Ehyeh, Adonai, Elohim, El, El Shaddai, El Elyon, El Roi, El Olam)
[Em nome de Jesus Cristo Filho de Deus (Eu Sou O Que Sou, Senhor, Deus, O Forte, Deus Todo-Poderoso, Deus Altíssimo, Deus Que Vê, Deus Eterno)]
Lucifer nunca foi líder de nada! Ele nunca foi: "maestro dos anjos", "líder do louvor no céu", "o líder dos anjos, estando logo abaixo de Deus", "anjo governante" ou coisas do tipo. Nenhum termo deste tipo existe na Bíblia!
NÃO DÊ A SATANÁS UMA GLÓRIA QUE ELE NUNCA TEVE E NUNCA TERÁ! [Discorda? Clique aqui!]
IMPORTANTE: Regras de Uso deste site!

Clique aqui!

Curta nossa página no Facebook!

Acompanhe-nos no Twitter!
O Maior Chamado é conhecer a Deus
Clique aqui para saber da importância de CONHECER A DEUS! Clique aqui para ler as REGRAS DE USO

>> DESMASCARANDO O MOVIMENTO HERÉTICO O CAMINHO: DOCUMENTO INTERNO

Matéria Exclusiva do Tabernaculonet

Conseguimos um documento interno do movimento O Caminho!
>> Adicionado em 13/06/2006.
>> Por Gustavo Guerrear. Colaboração: Dário (nome fictício), ex-membro do movimento.

 

Objetivo da publicação deste documento

Decidimos publicar este documento para que este movimento seja realmente desmascarado e exposto do jeito que realmente é. Este documento, na verdade, expressa somente uma pequena parte da filosofia deles, pois eles misturam muitas coisas, como Budismo, Cabala e Esoterismo. Mas este documento resume bem a filosofia deles, é como se fosse a base de tudo. O problema são os recursos, ferramentas, que eles usam para praticar o que está expresso neste documento. É nessa parte prática que entra o misticismo oriental, o fanatismo e a ausência quase total da Bíblia. Aliás, o que importa mesmo é a prática, pois eles geralmente falam uma coisa, mas fazem outra! Portanto não se engane com o conteúdo deste documento, pois não aborda as práticas malignas, apesar de conter várias partes que vão contra ensinamentos Bìblicos (este já é um motivo para não acreditarmos). Não se encante se ver citações de versículos bíblicos, pois o fazem apenas para enganar, e os usam de forma isolada e distorcida. O problema é que eles levam isto muito a sério. É usado para atrair os jovens e dar condições de começar a verdadeira lavagem cerebral. Para ficar bem claro:

CUIDADO! NÃO ACREDITE NO CONTEÚDO DESTE DOCUMENTO! SE TRATA DE HERESIA!

Como conseguimos

Conseguimos este documento com ex-membros do movimento. Vale lembrar que no movimento não existe material didático, para que não deixem rastros. Daí pedem para os membros decorarem toda a base do idealismo deles para que facilite a argumentação, caso alguém questione. Mas este documento não deixa de ser oficial e secreto, pois foi conseguido dentro do movimento e em hipótese alguma sai de lá. Na verdade só é escrito para que os novos membros tenham como estudar e decorar.

 

O Caminho

No princípio, Deus criou o Homem feito à Sua imagem para viver em comunhão, crescer, multiplicar-se e dominar a terra. Como ser racional, o Homem, em seu primeiro estado de inocência, desconhecia o pecado. A possibilidade para o pecado surgiu com a tentação. Esta propensão para a transgressão não significa que o Homem, inevitavelmente, estivesse destinado a pecar. Esta tendência baseava-se unicamente em seu livre-arbítrio. Ele poderia, conscientemente, manter-se fiel aos limites do conhecimento que o Criador lhe deu, ou, então, rebelar-se contra esta lei, e partir para o outro lado. O teste de Adão e Eva começou, por permissão de Deus, através de Satanás, que surge diante de Adão e Eva, incorporado em uma inocente serpente que estava no jardim plantado por Deus, e os persuadindo a desobedecer a palavra que Deus havia dito: "não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal". Depois que o Tentador conseguiu convencer Eva a desejar o fruto proibido, fazê-la não hesitar em pegar, comer e oferecer ao seu marido, essa desobediência trouxe conseqüências físicas, psíquicas e, sobretudo, espirituais.

Diante disto, Deus haveria de estabelecer "um caminho" que possibilitasse a reaproximação do Homem a Ele. É o caminho de volta ao Éden, afim de que o Homem, uma vez restaurada a sua condição inicial, purificado de todo pecado, por meio do sangue de Cristo, possa vir a manifestar sua glória.

Adão recebeu a missão delegada por Deus de edificar o Seu reino na terra. Embora ele tenha falhado, Deus permaneceu credenciando o plano original que O motivou a criar o Homem. Podemos perceber isso em Gênesis 3, quando vemos Deus providenciado vestes (v. 21) para cobrir a nudez do Homem, lançando maldição sobre a serpente, prenunciando a vitória de Cristo (v. 15) e removendo a árvore da vida do jardim, a fim de evitar que o homem comesse desse fruto, e assim, vivesse eternamente sofrendo às conseqüências da morte. Ou seja, em virtude da queda de Adão, Deus redesenha a maneira usada para chegar à consumação do Seu Plano, embora este em si mesmo nunca tenha sido alterado.

Finalmente, por meio de Cristo, o Homem tem a possibilidade de trilhar um caminho de volta, que acontece por meio do "novo nascimento em Cristo" (João 3), em que restabelece a condição inicial de sua criação (purificado do pecado). E implantar o Seu Reino (em Adão através da multiplicação de sua descendência, e em Cristo, através da conversão daqueles que estão afastados de Deus). Para que seja formado um povo feito à sua imagem e semelhança, representando o final do caminho.

Entendemos, diante disso, que é necessário trilhar um caminho que nos permita voltar à condição inicial em que Adão estava no Éden, o que representa ser como Cristo, "o novo Adão". Assim como Jesus usava diversas parábolas para explicar o Reino de Deus, usaremos um esquema com 7 pontos para explicar este plano de restauração. Lembrando que o caminho não somente se aplica ao Homem individualmente, mas também deverá ser cumprido no coletivo, ou seja, na Igreja, afim de que o exista um caminho para a volta do Nosso Senhor.

Os sete pontos citados acima são:
1) Egito; 2) Mar; 3) Deserto; 4) Refrigério; 5) Renovo; 6) Avivamento; 7) Arrebatamento / Volta de Cristo.

Traremos uma breve introdução antes que venhamos a abordar cada ponto. Em Atos 3:19-21 há a síntese do caminho, conforme lemos abaixo:

"19 Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do SENHOR,
20 E envie ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado.
21 O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio."

Primeiramente lemos "arrependei-vos" - correspondendo ao mar, "convertei-vos" - correspondendo ao deserto, "refrigério" - que já está explicitado, "renovo" - correspondendo a Jesus, "tempo de restauração" - correspondendo ao avivamento. Uma vez que a terra esteja restaurada e haja a manifestação dos filhos de Deus (Rm 8:19: "Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus"), então Jesus poderá vir buscar a noiva. Por enquanto Ele está contido nos céus aguardando a preparação da noiva, conforme lemos no versículo 21, acima.

João 14:6: "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim".

Jesus é o Átrio, o Santo, e o Santo dos Santos; não há como ir ao Pai sem passar por Ele. Estar em Deus é diferente de estar no céu. Jesus prometeu levar-nos para Ele, e não para o céu. Em Apocalipse 12 disse que não existira lugar, então Jesus edificou o próprio templo para receber os convidados para a boda. Jesus já preparou o lugar, mas ainda não existe. Aqueles que receberam as palavras, que neles geraram amor e fé, devolvidos para o Pai, representam um acesso a essa morada preparada.

Em Malaquias diria que era necessário restaurar, em Lucas 1, João veio operar sob o mesmo espírito profético de Elias.

Essa questão de se mover sob o mesmo espírito pode ser entendida pelo exemplo que segue abaixo.

Como foi dito inicialmente, Deus designou um plano para a humanidade desde o início, por isso enquanto este não for consumado totalmente o homem viverá ciclos de tentativas de cumprir esta missão. Em Eclesiastes 1 ilustra-se muito bem (seria bom ler) que as gerações vão se passando, os fenômenos naturais se repetem, mas a terra (o coração do homem) permanece o mesmo, ou seja, ainda não foi achada uma geração com o coração fértil para vir cumprir o caminho. Por isso, Deus age nas gerações levantando uma Geração Profética, com o ofício de preparar o caminho, preparar os corações, para que então uma geração apostólica possa ser gerada e completar a obra. Por isso, faz-se tão necessário a palavra de arrependimento na boca dos profetas. Sem que o homem receba a palavra da verdade, e com isso consiga enxergar sua miséria e pecado, ele nunca conseguirá alcançar um arrependimento genuíno que o aproxime de Deus, que o permita ser vaso na mão do oleiro. Os frutos de um arrependimento genuíno serão pessoas conscientes da necessidade irrevogável de morrer para si mesmo, para essa natureza decaída e limitada, para que a natureza de Cristo possa ser impressa em si. Daí também advém a consciência de que importa que Jesus cresça em nós, e nós venhamos a diminuir. Ou seja, essa humildade real permitirá que Deus atue livremente através de nós, pois na posição de vasos de barro, a glória virá realmente e será Dele.

Abaixo seguem as duplas: Primeiro a geração profética, depois a apostólica que veio a manifestar a sombra de uma faceta de Jesus.

Adão-Abel (Jesus cordeiro), Abrão-Isaque (Jesus Filho), Enoque-Noé (Juiz), Arão-Moisés (libertador, do Egito), Samuel-Davi (Rei), Eliseu-Elias (Profeta). Cada ciclo representava confirmações das profecias. Jesus era a representação profética dele mesmo, primeiro como cordeiro, e profeticamente representando a sua manifestação como leão.

O Elias anunciado representava as duas testemunhas que iriam preparar O CAMINHO para a manifestação Dele como Leão (em Apocalipse temos essa manifestação).

Se não for edificado sobre esse fundamento, não há igreja (Efésios 2:20). Não há como colocar um novo alicerce em uma casa que já existe, ou seja, construir um fundamento profético e apostólico em uma edificação antiga. Será comparada a remendar com pano velho.

Para que haja a igreja verdadeira deve-se iniciar com raízes santas, para que o fruto seja bom. Se o solo for bom e a semente cair sobre ele, teremos frutos em abundância, sem necessidade de fertilizantes, ou fermentos (risos). Aliás, Deus odeia esse tipo de artifício.

Em Atos vemos claramente que ao prosseguir na doutrina dos apóstolos, no partir do pão, na comunhão e na reunião de orações, DEUS ia acrescentando cada vez mais pessoas.

Portanto, as duas gerações representam o fundamento.

1) Egito

Associado ao mundo, Babilônia, referindo-se ao sistema que rege o curso deste mundo. O sistema tem várias vertentes, e a religião representa uma delas. Ainda que o povo tivesse saído do Egito, existia uma profecia em Oséias 8:13 dizendo que para lá voltariam. Quando a Babilônia levou cativo o povo no Egito isto se cumpriu. Egito também é mencionado no Apocalipse 11, fazendo menção à realidade espiritual do Egito. Assim como em Apocalipse 17 e Gênesis 11. A unidade do povo foi interposta por Deus, que trouxe diversificação de línguas, trazendo confusão entre eles. Hoje a proposta da globalização é reaver esta unidade perdida de uma maneira humana. Ninrod era neto de Cam. A Assíria foi um outro povo que dominou a Babilônia, Nínive vem de Ninrod, e dele descendeu povo inimigo: cananeus, filisteus etc. O sistema foi originado em Babel, e hoje o sistema está subjugado ao Mistério Babilônico da Confusão. Portanto, a confusão sinaliza estar dentro do Egito. Não só devemos sair fisicamente do Egito, mas deveremos removê-lo de dentro dos nossos corações. Se faz necessário viver uma separação temporária da corrupção do mundo para que seja possível voltar então ao mundo e confrontá-lo sem, no entanto, se corromper.

2) Mar

Representa a iniciação no Tabernáculo, correspondendo ao batismo com arrependimento. Em Mateus 3 relata-se o batismo de João acompanhado de confissão de pecados. Jesus no batismo assumiu voluntariamente a responsabilidade da divida do pecado da humanidade e na cruz consumou o ato de expiação. Na cruz o ladrão, ainda que não tivesse realizado o ato simbólico, ao reconhecer seu pecado, viu em Jesus aquele capaz de livrá-lo de sua condenação merecida a morte. Por outro lado, o outro ladrão não. (II Co 7) A consciência de tomar conhecimento da trezena de Deus advinda do pecado, a pessoa deveria parar de pecar. Em relação ao arrependimento, é necessário ter consciência do pecado. O arrependimento representa, segundo Pedro 3, uma boa consciência diante de Deus e não um ato simbólico ilustrado pela imersão na água. Nesta etapa, há conscientização do pecado, da situação de miséria e a necessidade de abandoná-lo olhando para a cruz, para Jesus. No Tabernáculo o sacerdote antes de oferecer o sacrifício se lavava na pia, representando o arrependimento, assim como depois de oferecer o sacrifico lavava suas mãos. Pilatos disse depois que condenou Jesus que lavaria suas mãos.

3) Deserto

Para provar para nós mesmos nossa condição, Deus no deserto quebra-nos como vasos para nos refazer, segundo o seu querer, a fim de gerar a verdadeira humildade e dependência (Dt 8). Não há como ocultar pecados, ou deixar situações não resolvidas, pois um dos principais aspectos é forjar o caráter. O deserto envolve morte, renuncia e arrependimento. O deserto é o lugar de chegarmos ao extremo dos limites, o sofrimento que gera mudança. No deserto Deus quebra o vaso antigo (Jeremias 18) e o refaz segundo seus parâmetros; no refrigério enche, e no renovo usa. Quando não há um caráter forjado, o vinho novo se perde. Aceite o processo de humilhação.

A metáfora do caminho esta associada ao arado, em aplainar (Isaias 40). Este Ministério Profético está sempre adiante preparando o caminho para a Geração Apostólica. Depois do período de silêncio, a Voz Profética tanto de Samuel quanto de João. Ou seja, os profetas vão adiante preparando e ao mesmo tempo trilhando o caminho para a noiva passar. Em Lucas 1, a questão é "prepararás terras e fareis para que a semente do Evangelho do Reino frutifique". O Ministério Apostólico deveria preparar aos quebrantados, e o Profético justamente é o que traz a mensagem advinda do quebrantamento. Por isso, o 62 é a decorrência do 61. A bandeira anuncia para os que estão no Egito, atraindo a mensagem do reino. O profeta é o que semeia e o apóstolo o que ceifa (Lucas 8). Para finalizar a etapa do deserto, são necessárias humildade e comunhão. Ter tudo em comum, tudo era de todos. Já a unidade é semelhante à parábola do corpo: todos operando para o bem do corpo, mas o que torna um corpo é termos uma só cabeça. A congregação começa no deserto, e com isso, traz a dificuldade do relacionamento. O Tabernáculo foi construído no deserto, era móvel. A comunhão fará com que ressoe um só clamor profético ecoando do deserto a mensagem de arrependimento. É tempo de edificação e crescimento, de escola e preparação (Lucas 1:8).

4) Refrigério

A rebeldia de ouvir Deus e não obedecer representou a incredulidade que impediu o povo de entrar no refrigério (Hebreus 3:7). É a capacidade de executar as obras e não se cansar (Isaias), ou seja, contendo o descanso em si mesmo, a possibilidade de viver o que está em Isaias 40. Jesus foi o único que viveu o verdadeiro sábado. Deus descansou para descansar com o Homem no sétimo dia. Aí está contido o equilibro de trabalhar, executar o ministério e depois descansar em Deus (Mateus 11).

5) Renovo

Até o deserto os profetas são preparados individualmente para então ao chegar o renovo, onde vão exercer juízo sobre os que estão no Egito, que seriam os apóstolos. Moises é um exemplo, crescendo no Egito, adquiriu conhecimento do Egito e somente com 40 anos foi para o deserto para lá se descontaminar do Egito, e então iniciar o ministério. O chamado ao arrependimento aos que estão no Egito só é possível porque este ministério profético, contendo os quatro ministérios, foi preparado e viveu o arrependimento. Assim não serão hipócritas, mas sim cortarão com uma palavra que de antemão já tenha cortado aquele que o profere.

Jesus ao anunciar a segunda vinda já fez menção à destruição do templo (Mateus 24). Para edificar o novo templo é necessário de antemão destruir o antigo, para que o vinho novo esteja comportado em odres novos. À Babilônia é atribuída a função material de destruição do templo, como se vê a Babilônia destruindo. Já destronar o sistema religioso espiritual cabe aos profetas. No entanto, o importante não é a destruição em si, mas sim a edificação do novo templo.

O caminho estava expresso no Tabernáculo, se o primeiro fosse destruído seria visível o caminho (Hebreus 9). Ou seja, tornar visível o caminho expressamente, desde o mar até o final. As pessoas poderiam entender do que se trata de fato, a proposta em direção ao Santo dos Santos. Até então o mundo nada vê, mas quando forem derrubados será manifesto. Uma chance de acessibilidade. Assim como no deserto o profeta foi quebrado e forjado, assim será com os outros, podemos ver então que o próprio preparo do profeta é um prenúncio profético do que haveria acontecer com os outros.

O que derruba a casa é o vento, a chuva, o rio, que hoje são associados a poderes sobrenaturais, mas que na realidade irão destruir tudo aquilo que não for edificado sobre a rocha (Mateus 7). Será algo incontido por estruturas humanas e trazidas por Deus.

Quem edifica o novo templo é o renovo, a reconciliação do reino e sacerdote (Zacarias 6:12).

Renovo significa ramo novo, como nascido de um tronco cortado, permanecerá o tronco de Jessé que dará origem ao ramo novo Jesus (Isaias 11).

Eles não mais comemorarão a saída do Egito, mas sim o congregar no reino, a vinda do reino, o corpo de Cristo sendo edificado, o reino de sumo sacerdotes ministrando a Deus no Santo dos Santos, como no ministério de Melquisedeque (Jeremias 23). Na verdade Deus nunca pediu, mas um Tabernáculo que era a sombra do caminho, que no final seria nós mesmos. O Tabernáculo mostra que o Tabernáculo seria algo móvel. O corpo foi projetado para comportar a glória, com uma capacidade maior que o templo. Este texto mostra que o desejo de Deus nunca foi um templo, isto explica porque posteriormente Deus mandou destruir, porque na verdade nunca o desejou.

Os apóstolos quando saem do Egito, eles trazem consigo o povo, como Moisés fez, e quando eles chegarem ao renovo eles colocam o fundamento (ele mesmo), que juntamente com o profeta concluem o fundamento (II Sm 7). "O juízo e justiça são os fundamentos do meu trono".

A partir daí a igreja passa a ser edificada.

6) Avivamento

O renovo de Jesus terminou na crucificação e no avivamento; dar vida, começa na ressurreição.

Na queda a criação ficou sujeita à vaidade, à inutilidade, toda a criação, os anjos, as montanhas etc., até o céu ficou sujeito à corrupção (Romanos 8). A criação está sem propósito. Com o cumprimento do nosso propósito, a criação vai adquirir significado, porque ela será libertada pelo Homem. Adoção de ser acoplado a Deus. A criação está "chateada" com o Homem, já que ele a entregou à inutilidade; a salvação é esperança, se espera, não é certeza.

Refrigério: Derramamento abundante do Espírito. "Tempo de refrigério pela presença do Senhor". Em Jesus o pão e a água não acabam, não se traduz só em milagres.

Renovo: Quando os apóstolos começam a falar. O exército que foi forjado no deserto. A soma do aprendizado do deserto mais a capacitação do renovo. Início do ministério de destruição e construção do templo / edificação da Igreja; servir à igreja, por isso que a renuncia é necessária anteriormente; injetar vida, ramo novo, tempo da batalha, pregar arrependimento.

Em avivamentos passados existia somente uma pessoa na presença do Senhor e os demais se beneficiando.

Felipenses 2:15 - brilhar como astros - características que procedem de Deus.

 

Observações

Aparentemente não estava incluído no documento o último ponto, o ponto 7, "Avivamento / Volta de Cristo". Um ex-membro do movimento disse que este ponto é muito complexo e não vê validade em se esforçar para tentar explicá-lo. É bom lembrar que existe a possibilidade deste documento já ter sido atualizado pelos líderes do movimento. Porém a base é esta aí.

 

Tudo sobre o movimento O Caminho

Para saber tudo sobre o movimento O Caminho, visite a seção abaixo:

ESPECIAIS: Desmascarando o movimento herético O Caminho

 

 

>> Autor: Gustavo Guerrear, editor do Tabernaculonet. Colaboração: Dário (nome fictício), ex-membro do movimento. Obrigado!

>> Nota: Revisão de conteúdo: Dário (nome fictício), ex-membro do movimento. Revisão gramatical: Gustavo Guerrear.

 

CLIQUE AQUI para voltar (esse botão equivale ao VOLTAR/BACK do seu navegador)


Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons: Sempre citar a fonte | Proibido uso comercial | Proibido fazer alterações        Envie esta página para alguém!        Clique aqui para abrir a versão para impressão        


Sobre o site  |  Política de Privacidade  |  Regras de Uso   |   Atualizações   |   Blog   |   Contato



Jesus Cristo é Deus, veio em carne, morreu e ressuscitou ao terceiro dia, subindo em Glória ao céu onde está à direita do Pai e teve Seu Nome posto acima de todos os nomes!



COPYRIGHT 2001-2019 Tabernaculonet© - LEGAL TRADEMARKS 2001-2019 Tabernaculonet™
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS ao Ministério Vestes Brancas® - Website oficialmente na Internet desde 25/10/2001.
Para usar o material cite o nome e endereço do Tabernaculonet como fonte e não modifique os textos. A Deus toda Glória!