Shimaa D Eashoa Msheekha Bar-YHWH (Ehyeh-Asher-Ehyeh, Adonai, Elohim, El, El Shaddai, El Elyon, El Roi, El Olam)
[Em nome de Jesus Cristo Filho de Deus (Eu Sou O Que Sou, Senhor, Deus, O Forte, Deus Todo-Poderoso, Deus Altíssimo, Deus Que Vê, Deus Eterno)]
Lucifer nunca foi líder de nada! Ele nunca foi: "maestro dos anjos", "líder do louvor no céu", "o líder dos anjos, estando logo abaixo de Deus", "anjo governante" ou coisas do tipo. Nenhum termo deste tipo existe na Bíblia!
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>> FILMES: ARTIGOS

 

Deus e o diabo nas telas
Título Original: "Até Alanis foi Deus nas telas".

>> Notícia de 25/01/2002. Adicionado em 14/04/2002.
>> Por Mauro Ventura, da Agência Globo.

 

Orson Welles dizia que só não era possível filmar duas situações. A primeira, íntima demais, mostraria um homem no vaso sanitário. A segunda, transcendente demais, seria a representação de Deus. O cineasta Cacá Diegues ignorou a frase de Welles e lança em setembro Deus é brasileiro. Antônio Fagundes, que representa ninguém menos que Ele no filme de Diegues, não é o único. O diabo é figura bem mais freqüente nas artes - nem sempre com orelhas pontudas, chifres, cauda e um forcado na mão.

Este ano, estréia nos Estados Unidos o remake do filme The devil and Daniel Webster, com Anthony Hopkins. Ele, satã, agora é ela, a angelical Jennifer Love Hewitt, de O Quinteto. Jennifer é a mais nova atriz a interpretar um personagem que já teve caras tão distintas quanto as de Robert De Niro, Al Pacino, Jack Nicholson, Vicent Price, Luís Mello e Gabriel Byrne.

O cinema, o teatro e a TV costumam ser mais econômicos ao tratar de Deus. No início, era a voz. No filme Os Dez Mandamentos, Ele só aparece em diálogos com Moisés de Charlton Heston. O mesmo recurso foi usado por Woody Allen em sua peça Deus, encenada no Rio de Janeiro em 1998. O próprio Woody Allen dá voz ao Todo-Poderoso, numa gravação feita especialmente para a montagem brasileira.

Se idade conta, a escolha de George Burns, aos 81 anos, para viver Deus em Alguém Lá Em Cima Gosta de Mim foi bem apropriada. Na TV, Ele arruma outro disfarce terreno: Lima Duarte no especial O Santo que Não Acreditava em Deus, de 1993, baseado no conto de João Ubaldo que também originou o filme de Cacá.

O Deus mais polêmico da história das artes foi o interpretado por Alanis Morissette em Dogma. A cantora dava cambalhotas e entrava muda e saía calada. Bem diferente da imagem tradicional de um velhinho com barba e cabelo branco, voz grave e um cetro na mão. Foi um Deus nos acuda.

A galeria de diabos é bem mais variada. Algo natural, como explica a professora de teologia da Pontífica Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Maria Clara Bingemer. "Há um temor reverencial de representar Deus. A fé judaica e a cristã trazem no seu bojo a convicção de que Deus é absolutamente transcendente e de que ninguém pode vê-lo e continuar vivo. Qualquer representação palpável de Deus chega perto da idolatria", analisa.

 

Contraponto: "Diabo: curvas e jogo de xadrez"

Se Deus toma feições diversas no cinema, o que dizer do diabo? O coisa-ruim deita e rola nas telas. Ora aparece como um sedutor (Jack Nicholson em 'As Bruxas de Eastwick'), ora como um sujeito charmoso (Max Von Sydow em 'Trocas Macabras') ou ainda digno de simpatia (Harvey Keitel em 'Little Nick - Um diabo Diferente'). Pode surgir ameaçador (Harvey Stevens em 'A Profecia') ou gozador (Billy Cristal em 'Desconstruindo Harry').

Em 'Endiabrado', Lucifer tem curvas (Elizabeth Hurley) e termina sorrindo e jogando xadrez com Deus, vivido por um jovem negro. Em 'Little Nicky', o Satã de Harvey Keitel encontra um anjo e eles começam a namorar. No desenho animado 'South Park - Maior, Melhor e Sem Cortes', o demo é carente e tem como amante Saddam Hussein.

Nem sempre é confortável para os atores encarnas satã. Jennifer Love Hewitt, acostumada aos papéis de mocinha, sentiu-se estranha: "Pensei como seria quando eu morresse, fosse para Céu e tivesse que me explicar". Mas ela mostrou bom humor sobre a preparação para incorporar o diabo: "Estou prestando atenção toda especial à minha TPM".

Interpretar Deus foi mais tranqüilo para Fagundes: "Fazer Villa-Lobos foi mais difícil. Muita gente conviveu com ele, há muitas referências sobre o jeito de ele andar, comer... Nosso Deus vai existir a partir do momento em que o filme for lançado". Na comédia, Deus, cansado, quer férias e vem ao Brasil atrás de um substituto. Cacá nunca pensou em outro ator. "Fagundes tem idade indefinida, não é jovem nem velho, ideal para representar Aquele que não tem idade", explica.

 

Deus e o diabo na terra do vídeo

- AS BRUXAS DE EASTWICK: Jack Nicholson nasceu para o papel do diabo. Sedutor, ele enlouquece o mulherio.

- O ADVOGADO DO dIABO: Al Pacino rouba a cena como o capeta que atormenta o personagem de Keanu Reeves.

- AUTO DA COMPADECIDA: Luís Mello é o belzebu tupiniquim na versão do clássico de Ariano Suassuna.

- ENDIABRADO: Elizabeth Hurley é a versão sexy do demo. O problema é que o talento dela não chega aos pés do de Peter Cook no original de 1967.

- SOUTH PARK: satanás reclama que o amante (Saddam Hussein) só quer saber de sexo.

- A PROFECIA: Casal percebe que seu filho é o coisa-ruim.

- O BEBÊ DE ROSEMARY: belzebu fatura Mia Farrow e gera o Anticristo.

- CORAÇÃO SATÂNICO: Robert de Niro chega a marcar encontro com o mocinho numa igreja católica.

- DOGMA: Alanis Morissette levantou a ira da Tradição, Família e Propriedade, que fez piquete na porta do cinema e quis censurar o filme de Kevin Smith.

- ALGUÉM LÁ EM CIMA GOSTA DE MIM: George Burns carrega cartão de visitas onde se lê "God".

- DESCONSTRUINDO HARRY: O tinhoso diz que o inferno é como Lãs Vegas. No fim, a casa sempre ganha, mas isso não significa que você não se diverte.

 

 

>> Fonte: Mauro Ventura, da Agência Globo. Jornal "A Gazeta" / ES, 25/01/2002, Caderno Dois, página 6. Informamos que a matéria está divulgada de forma integral e sem alterações ou cortes no texto.

 

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