Shimaa D Eashoa Msheekha Bar-YHWH (Ehyeh-Asher-Ehyeh, Adonai, Elohim, El, El Shaddai, El Elyon, El Roi, El Olam)
[Em nome de Jesus Cristo Filho de Deus (Eu Sou O Que Sou, Senhor, Deus, O Forte, Deus Todo-Poderoso, Deus Altíssimo, Deus Que Vê, Deus Eterno)]
Lucifer nunca foi líder de nada! Ele nunca foi: "maestro dos anjos", "líder do louvor no céu", "o líder dos anjos, estando logo abaixo de Deus", "anjo governante" ou coisas do tipo. Nenhum termo deste tipo existe na Bíblia!
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>> FILMES: ANÁLISES

 

O Menino Maluquinho 2
>> Adicionado em 2001.

 

O Menino Maluquinho 2, a Aventura é chocante e incrível - sobretudo porque nos dias atuais fazem filmes supostamente para crianças com um teor místico e comprometido como neste filme. O filme é uma sucessão de supostas espertezas, onde o dito menino Maluquinho passa o tempo todo fazendo mágicas, enganando e iludindo. A trama se passa na casa do avô do menino, às voltas com a realização de uma festa para comemorar o centenário de fundação da cidade. O prefeito é opositor do avô, e por isso não irá liberar a verba necessária para a realização da festa. O menino tem uma panela mágica, e após algumas invocações e palavras de magia feitas durante a noite, a panela é visitada por Tatá-Mirim - o espírito do fogo. Em princípio, só o menino Maluquinho tem acesso ao Tatá-Mirim, a quem ele chama de "amiguinho". Logo, seus outros amigos de "aventura" também irão participar das peripécias. Uma certa manhã o menino Maluquinho some deixando todos em polvorosa. Após muito procurarem acham-no numa caverna. E quem está lá? Justamente. O Tatá-Mirim, em fogo e fogo (se fosse um ser humano, poderia dizer-se que o Tatá-Mirim apareceu em carne e osso). Durante toda a trama luta-se para montar um circo, e um personagem todo vestido de vermelho, está a espreita o tempo todo: é o Tatá-Miguel, que cada vez que o Tatá-Mirim sobe das profundezas da terra para o mundo, precisa ser levado de volta ao seu lugar de origem, para que nunca apague a sua chama. Numa noite qualquer, após uma tentativa frustrada de se fazer pão de queijo, os garotos resolvem fazer pipoca, na panela onde está o Tatá-Mirim. Logo toda a cidade é inundada por toneladas de pipoca, além disto os girassóis florescem fora de época, deixando a todos espantados. "Milagre", dizem uns. "Bruxaria", dizem outros. A fofoca a respeito do ocorrido corre... há um momento em que o Tatá-Mirim vai se extinguindo, e então alguém tem a "brilhante" idéia de levar a panela mágica até o fogão para reascender a chama.

Novamente há a sutileza introjetada num filme aparentemente infantil. Quantos pais neste Brasil afora não alugaram ou mesmo compraram o filme e os produtos a ele relacionados para os seus pequenos? Alguns poderão me contestar dizendo que o filme é uma manifestação artística e que o Tatá-Mirim é uma figura do vasto folclore brasileiro. Mas ao narrar as peripécias dos quatro meninos (o Maluquinho, Junin, Bocão e outro menino), o "seu" Zé, misto de motorista e segurança dos avós do Maluquinho, diz para as marocas vizinhas que os meninos são quatro, contudo ele vê e enxerga sempre cinco, por algum motivo que ele não consegue explicar nunca. O "seu" Zé consegue de D. Yayá, autorização para vigiar os garotos e os surpreende todos dentro do banheiro fazendo xixi. Para seu espanto, sai do banheiro uma grande quantidade de vapor, e chama-lhe a atenção o clarão vermelho do fogo, por debaixo da porta. Incontinente, arromba a porta e dá de cara no chão. Não lhe resta outra alternativa, senão procurar as carolas da cidade e ir ao padre para falar que a casa do "seu" Tônico estava infestada de demônios. A perseguição que os fiéis, junto com o padre, fazem aos quatro meninos, longe de ser hilária, é caótica: todos correm desordenadamente, e até os atrapalhados bombeiros são vitimas dos meninos, indicando aqui e acolá, onde estava o fogo que eles queriam apagar. A perseguição termina com os meninos fugindo do trem e da multidão, aparecendo na praça em frente à igreja, trazidos no ar e no espaço pelo Tatá-Mirim.

Ao tentar armar a lona do circo e não conseguir, o Maluquinho invoca a ajuda do Tatá-Mirim que, em poucos minutos, infla a lona. Uma vez montada a lona, já não há mais uma "missão" a cumprir. E lá se vão para as profundezas da terra o Tatá-Miguel e o Tatá-Mirim. Contudo, um incidente provocado pelo prefeito acaba com os fogos que seriam usados na comemoração do aniversário da cidade. Durante o desfile o menino Maluquinho pensa ver um personagem que parece ser o Tatá-Miguel. E Era. Ao encerrar o desfile um tristonho "vô" Tônico, recebe das mãos do Menino Maluquinho um foguete, e incitado a soltá-lo, ele vê queimando no céu um grande foguetório, logicamente comandado e regido pelo Menino Maluquinho, vestido num paletó com estrelas mágicas e sob os auspícios do Tatá-Mirim. O interessante é que o tempo todo Tatá-Mirim fala com o Menino Maluquinho em uma linguagem gutural e ininteligível. Em suma, o filme é uma apologia ao demônio. Por ser feito para crianças, o Tatá-Mirim é apresentado de modo e forma aparentemente simpática. O paradoxo é a pretensão dos autores de fazer o contraditório parecer correto, pois ao induzirem o espectador a ver cinco garotos em vez dos quatro que aparecem juntos, a finalidade é levar qualquer um a Daniel 3: Sadraque, Mesaque e Abedenego foram lançados atados na fornalha, porém o poder de Deus os protegeu com a presença do anjo, e tanto o rei quanto os seus conselheiros viram perfeitamente que havia lá dentro quatro homens soltos. Diga-se que esta é uma das pretensões mundanas: transformar as verdades e fatos bíblicos em meras circunstâncias e fatos diabólicos e satânicos em verdades incontestadas.

O filme é altamente subjetivo e procura induzir crianças a pensar que todas aquelas coisas relatadas são sem importância alguma. A cena final, com milhares de Tatá-Mirins ardendo em chamas, induz a se pensar que o mundo jaz no maligno - e sob o domínio do Tatá-Mirim e sua troupe. Produtores e críticos podem dizer que o filme é um libelo que prega a liberdade de expressão e que, meninos como o Maluquinho, estão presentes na maioria dos lares brasileiros e do mundo - tanto no passado, quanto no presente e certamente no futuro. Contudo, há de se dizer: meninos que brincam com demônios, só o Maluquinho - e no filme. O Pr. Samuel Barreto de Itabuna/BA, no seu livro No Contexto do Fim, diz o seguinte: "pais por amor de Jesus Cristo, protejam os seus filhos destas aberrações e aviltações, que são essas e outras obras supostamente feitas para crianças". Tatá-Mirim é o espírito protetor da cabala e, às vezes, da macumba, ou, o fogo na língua tupi. Ou seja, mais um demônio, que subjetivamente é introjetado nas mentes das nossas crianças. Graças a Deus, que jamais o mundo vai conseguir, embora tente, usurpar a Palavra de Deus. Que o Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador, nos proteja, nos ampare, nos ilumine e nos dê entendimento para discernir, entre todas as coisas que vem sobre o pretexto de cultura, todo o lixo que é nos lançado na cara. Que possamos ensinar às nossas crianças, jovens e ao nosso povo as histórias reais bíblicas de personagens riquíssimos em lições. Não permitamos coisas como este filme nefasto e nocivo, supostamente feito para crianças.

 

 

>> Fonte: Jehozadak Pereira, coladorador do website Eucreio.com. Informamos que a matéria está divulgada de forma integral e sem alterações ou cortes no texto. Fomos autorizados formalmente pelo website Eucreio.com a publicar este texto no Tabernaculonet.

 

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