Shimaa D Eashoa Msheekha Bar-YHWH (Ehyeh-Asher-Ehyeh, Adonai, Elohim, El, El Shaddai, El Elyon, El Roi, El Olam)
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South Park
>> Adicionado em 16/12/2001.
>> Por Jehozadak A. Pereira, para o website Aleluia.com.br.

 

Imaginem a cena: Belzebu está perdidamente apaixonado por Saddam Hussein. Os dois estão deitados numa cama de casal, e uma foto de um pênis ereto surge nas mãos de Saddam Hussein, que se diz excitado com as confidências do companheiro. Ou, ainda, outra situação: um grupo de crianças canta uma balada para Satã, o mal-amado. Somem-se as cenas com palavrões, e situações de desobediência e agressões gratuitas e desnecessárias. Tudo isto e muito mais compõe o enredo de "South Park", um seriado destinado ao público infantil, de título inspirado numa cidadezinha provinciana cuja peculiaridade é ser considerada a capital mundial da ufologia, local privilegiado de contatos com extraterrestres e experiências paranormais. O programa televisivo é quase unânime num sentido: o de provocar muitas reações contrárias e pouquíssimas favoráveis. É taxado de aviltante, preconceituoso, deturpador, arrogante, pretensioso, vil, desrespeitoso, racista, pornográfico, imoral, e covarde, entre outros adjetivos. A lista de personagens inclui um professor esquizofrênico e homossexual, uma enfermeira que tem um feto grudado na cabeça, um cozinheiro maníaco sexual e até, pasmem, um cocô falante. E, como se não bastasse, este desenho animado transmite ainda um profundo desprezo por minorias como judeus, negros e subalternos, entre outros. Num único episódio de meia hora foram computadas dez cenas violentas, três derramamentos de sangue, 13 insinuações de sexo, cinco vômitos e sete puns.

 

O único garoto bonzinho do seriado morre em todos os episódios: ora atravessado por um mastro de bandeira, ora devorado por um bando de perus. Não é preciso dizer que a despeito de todo este enredo "South Park" é assistido por uma multidão de crianças diariamente. No centro de South Park estão quatro crianças, com média de oito anos de idade, que são tudo aquilo que você gostaria que seus filhos nunca fossem. Um dos garotos vomita no rosto de uma menina sempre que esta lhe dirige a palavra. Outro, é o gorducho da turma, que constante e estridentemente solta os seus gazes em público. São capazes de promover o cruzamento entre um elefante e um porco, além de assistiram apáticos, em todos os episódios, à morte do amigo mais pobre da turma, a qual ocorre sempre da maneira mais estúpida e é seguida pelo comentário lacônico dos demais: 'Mataram o Kenny'.

 

Perus mutantes, criados em laboratório, devoram casais apaixonados em parques bucólicos; extraterrestres são contatados a partir de uma sonda espacial embutida no ânus de um dos garotos; um etíope faminto é adotado pelo grupo porque em troca disso um programa de TV lhes promete um relógio digital. 'Por que você é tão pobre, o seu pai também é alcoólatra?', pergunta o gorducho enquanto apresenta o africano flagelado a uma rede de fast food... 'South Park' escancara ainda mais a porta já aberta, no sentido de corromper e aviltar.

 

Crianças são usadas como instrumento para tirar os recalques de uma sociedade que sempre soube incorporar aos esquemas da indústria cultural aquilo que um dia foi feito ou pensado para atormentá-la. E pensar que pais deixam seus filhos a mercê de programas como este, sendo contaminados diariamente pelo lixo e entulho psicológicos do mundo. Pode-se pensar que o sentido de programas como este, é o de enfraquecer os lares, e com lares enfraquecidos tem-se uma sociedade doente e carente em todos os aspectos. Não é de se estranhar que esporadicamente ocorram matanças como a acontecida em 20 de abril de 1999, na cidade de Littleton, em Denver no Colorado/USA, onde Eric e Dylan, adolescentes de 18 e 17 anos respectivamente, perpetraram uma tragédia matando 13 pessoas, entre alunos e um professor, na Columbine Highschool. Reportagens mostraram à exaustão o perfil desses adolescentes. Entre os programas preferidos de ambos estava o seriado Beavis & Butt-Head. É lógico que ninguém vai sair por ai matando pessoas pelo simples fato de assistir Beavis & Butt-Head, South Park, ou programas congêneres. Contudo cada dia mais é cobrado um preço muito caro diante da indiferença e apatia da sociedade organizada (?), que ainda não se deu conta do perigo que corre ao deixar seus filhos à mercê de programas com um conteúdo notoriamente deturpado moralmente.

Programas como South Park visam exclusivamente a decadência moral de crianças, jovens e adolescentes, pois sem dúvida alguma eles muito mais destroem do que constroem. Enquanto isto, vemos o mundo reclamar do enredo de programas assim. Recentemente entidades de pais americanos protestaram contra South Park, e foram tachados de puritanos e ridicularizados por adeptos do programa, que justificavam as barbaridades todas como liberdade de expressão. Ressalte-se que nenhuma das entidades era ligada a qualquer instituição religiosa. Triste sinal do fim dos tempos! Triste e sorumbático fim. Quanto a nós crentes, precisamos, sem dúvida alguma, de nos lembrar de verdades a muito esquecidas. As das Sagradas Escrituras. E de como Ela nos orienta a respeito de como educar e ensinar os nossos filhos. Que tal tornarmos às Escrituras?

 

 

>> Fonte: Jehozadak A. Pereira, para o website Aleluia.com.br, em 19/12/2000. Informamos que a matéria está divulgada de forma integral e sem alterações ou cortes no texto.

 

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