Shimaa D Eashoa Msheekha Bar-YHWH (Ehyeh-Asher-Ehyeh, Adonai, Elohim, El, El Shaddai, El Elyon, El Roi, El Olam)
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Pokémon e Digimon - diversão ou armadilha?
>> Adicionado em 2001.
>> Por Rosana Salviano, jornalista do website Eucreio.com.

 

Pokémon e Digimon são dois desenhos que nasceram no Japão e hoje, são líderes de audiência nos Estados Unidos e Brasil. A palavra Pokémon já ocupa a sexta colocação entre as mais procuradas nos sites de busca da Internet, e o sucesso vem abrindo espaço para os sucessores Digimons. Hoje, as criaturinhas Pokémons e Digimons ganharam as ruas e os lares em forma de brinquedos, jogos, acessórios e roupas. Apesar de não serem considerados desenhos com altos índices de violência, a linguagem subjetiva dos personagens mostra uma forte influência do misticismo oriental.

 

Como surgiu

A primeira aparição dos "monstrinhos de bolso" pokémon (pocket monters) foi no Game Boy, em 1995, quando foram lançadas entre os japoneses duas versões do jogo. O sucesso foi imediato e se espalhou pelo mundo todo. O que atraiu tantos admiradores foi a mistura dos elementos de ação, aventura, RPG, bichos virtuais, coleção e troca. Criado por Satoshi Tajiri e Tsunekazu Ishihira, o game rapidamente passou a liderar o mercado de jogos eletrônicos do Japão, um dos mais competitivos do mundo. A partir daí, vieram os desenhos e o filme.

A série Digimon foi lançada no Japão em 1999. O nome vem de Digital Monsters (monstros digitais). A história começa com sete crianças num acampamento. No meio de uma nevasca, elas ouvem um estrondo. Olhando para o céu, as crianças vêem sete dispositivos metálicos descendo em direção a elas. Logo depois, são sugadas por um furacão, e vão parar num mundo colorido e misterioso - o Digiworld, onde são recepcionadas pelos Digimons, e cada uma delas fica responsável por um monstrinho. A tarefa será defendê-los dos monstros inimigos, comandados por Devimon. Para isso, terão a ajuda de Gennai, uma figura holográfica que lhes dá instruções de como agir.

Tanto Pokémon como Digimon são jogos role-playing (RPG), em que os jogadores passam por vários estágios até se tornarem "mestres", ou seja, podem "evoluir". O caminho é tortuoso, e envolve monstros, seres imaginários e demônios.

No caso de Pokémón, alguns acontecimentos podem fazê-lo mudar sua forma durante o jogo, caracterizando sua evolução. Alguns monstrinhos evoluem duas vezes antes de chegar à forma final. São três maneiras de evoluir: subindo de nível de experiência, usando um cartão de energia ou trocando com outro jogador.

 

Divergências com o cristianismo

Pokémon e Digimon apresentam inúmeras similaridades com o ocultismo e outras religiões orientais. Entre as criaturas, o confronto entre o bem e mal é constante, e por se tratar de um jogo, não existem barreiras entre o sobrenatural e o mundo natural. Em ambos os jogos, a criança tem como alvo tornar-se um mestre, e só vai conseguir a potência necessária para isso depois de lutar com vários monstros. Entre as estratégias para a vitória, está a aquisição dos chamados "cartões de energia", que combinados, como no Tarô, levam à evolução. A energia psíquica, por exemplo, permite ao jogador eliminar a dor, as doenças e as barreiras colocadas pelas criaturas do mal. Esses cartões de energia, que enfatizam a terra, o vento e o fogo como fontes de poder, também são um retrato da tradição tibetana, onde a vida é considerada um "jogo", e cada um dos níveis de existência está associado à uma cor e símbolo.

Pokémons são espíritos, e por isso podem ler e sugar as mentes de outras criaturas, além é claro, de possuírem a característica da reencarnação; quando um monstro morre, ele reencarna num pokémon mais novo em forma de um espírito evoluído, com mais poder. Entre eles também pode haver um "guia", que funciona como um médium protetor da criança: diz o que o espírito vê, como age e até luta contra ele em favor do jogador. O princípio cristão contra a teoria é claro, " e assim, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo..." (Hebreus 9:27).

Para o pastor Brett Peterson, autor de vários artigos sobre o assunto, a prática do ocultismo é nítida e influenciadora no jogo Pokémon. " Recentemente observei um grupo de crianças jogando Pokémon; eles assumiam a personalidade demoníaca dos monstros com caretas e expressões malignas ", descreve. O resultado de sua pesquisa sobre a origem de Pokémom aponta para o Budismo, Hinduísmo, O livro egípcio dos mortos e Shintoísmo, entre outras influências místicas.

Alguns psicólogos advertem que os jogos em formato RPG podem provocar um distúrbio emocional onde o jogador é levado à experiência real dos acontecimentos, ou seja, passa a apresentar sinais de violência e características de seus personagens na história. Para alguns pastores, como o próprio Brett Peterson, "as etapas do role-playing abrem um canal com o reino demoníaco, o que pode levar até mesmo à possessão".

"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebrosos, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" (Efésios 6:12).

O apóstolo Paulo escreveu aos efésios, "Portanto, não sejais participantes com eles. Pois outrora éreis trevas, porém agora, sois luz no Senhor; andais como filhos da luz...provando sempre o que é agradável ao Senhor. E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes porém reprovai-as" (Efésios 5: 8, 10-11). Aos pais, portanto, vale a pena avaliar (para que não sejamos destruídos por falta de conhecimento, como o próprio Deus declarou em Habacuque 4:6), e selecionar o que os filhos vêem, "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele" (Provérbios 22:6).

 

 

>> Fonte: Rosana Salviano, jornalista do website Eucreio.com. Informamos que a matéria está divulgada de forma integral e sem alterações ou cortes no texto.

 

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